NOTÍCIAS IMPOSSÍVEIS

TRANSFORMAÇÕES AO NOSSO ALCANCE

  • noticiasimpossiveis@gmail.com

Espaço Brasileiro de Estudos Psicanalíticos

Postado por noticiasimpossiveis em 21 de maio de 2013
Publicado em: ATUALIDADE, EDUCAÇÃO E CULTURA, PSICOLOGIA E PSICANÁLISE. Deixe um comentário

ebep

http://ebep.org.br/

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Zagueira – É um doce essa menina

Postado por noticiasimpossiveis em 19 de maio de 2013
Publicado em: Uncategorized. Marcado: DO CORRESPONDENTE VRG. Deixe um comentário

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Os tamancos do Foucault

Postado por noticiasimpossiveis em 18 de maio de 2013
Publicado em: ATUALIDADE. Deixe um comentário
sergio-augusto-testeira
Está fazendo 40 anos que Michel Foucault conheceu o Brasil. Em 1973, ele era a maior estrela da intelectualidade europeia, o pensador mais lido e citado no meio universitário. Três de seus livros (Arqueologia do Saber, Doença Mental e Psicologia, As Palavras e as Coisas) já haviam sido aqui traduzidos quando o poeta Affonso Romano de Sant’Anna, então chefe do Departamento de Letras e Artes da Pontifícia Universidade Católica do Rio, convidou-o para um pequeno ciclo de palestras. Grande ideia, trabalheira maior ainda. 

A ditadura militar, em seu nadir de insânia e ferocidade, não queria ouvir falar de Foucault, muito menos permitir que ouvíssemos de viva-voz suas ideias subversivas sobre cultura, poder, justiça, loucura e repressão. Apesar das pressões dos órgãos de segurança do governo, Sant’Anna logrou trazer o perigoso filósofo e realizar seu ciclo de palestras, façanha que outros mestres da PUC relembraram festivamente no último dia 8.

Se não me falha a memória, Foucault passou duas semanas no Rio e fez um passeio pela Belém-Brasília. Driblou a imprensa, com a desculpa de que detestava dar entrevista de cunho jornalístico (“que a todos reduz à condição de personalidade pop”), e só ajudado pelo psicanalista Chaim Samuel Katz consegui convencê-lo a abrir uma exceção para a revista Veja, com a qual colaborava na época. Exceção que por um triz não se materializou. Por culpa dos dois. Eu vacilei, ele melindrou.

Mal havíamos ocupado uma das mesinhas do bar do hotel Sol Ipanema quando cometi a imprudência de qualificá-lo com o clichê jornalístico “maître à penser”. Como se fulminado por um palavrão, meu entrevistado se ergueu rápido da cadeira e ameaçou ir embora. Convencido por Katz a respeitar o combinado, Foucault sentou-se de novo, e a conversa engrenou, justamente a partir de sua ojeriza a ser tratado como pensador ou filósofo-maître à penser, nem pensar.

“O intelectual é um homem da especialidade, como um arquiteto ou um psiquiatra, e tudo começa a partir do seu fazer”, explicou. Daí sua preferência pela palavra artesão. “Fabrico tamancos e encontro nisso um prazer quase erótico, porque fico contente quando alguém enfia os pés neles”, metaforizou. Tive de me controlar para não soltar um “alors, un artisan à penser” ou cometer um trocadilho com sabot (tamanco, em francês) e chamá-lo de o mais influente saboteur intelectual europeu.

Em seguida, defendeu com ênfase a dessacralização dos filósofos e pôs em dúvida a indefectibilidade de suas ideias, “importantes e úteis em determinados casos, mas não infalíveis”. Via a valorização da obra de Hegel, e não apenas de Hegel, pela cultura tradicional como “uma maneira de não reconhecer o processo histórico que determinou sua criação”, como uma desconversa “para evitar que se falassem de outras coisas”.

Dali saltamos para a natureza de seu trabalho, para o que chamava de “arqueologia do saber” (colocar as práticas, as instituições e as teorias num mesmo plano e procurar descobrir o conhecimento comum que as tornou possíveis) e outros batizaram de “psicanálise da ciência”, não sem bons motivos: “Procuro encontrar na história da ciência e dos conhecimentos do ser humano algo que chamo de seu inconsciente”.

Cruzamos com as sacadas proféticas de Nietzsche (“Foi o primeiro a anunciar a morte do homem divinizado, Deus encarnado na humanidade, fruto de uma teologização”), a eventual perda de atualidade e eficácia das ideias de Marx num mundo cada vez mais dominado pela tecnologia, o nascimento do homem (o homem só teria nascido no século 19, ao adquirir “conhecimento científico de si mesmo”), a polêmica com Sartre e miudezas que tais.

A momentosa polêmica deslanchou com Foucault definindo Sartre como um intelectual do século 19 que se esforçava para pensar o século 20. Sartre replicou, acusando o estruturalismo de ser a última barreira da burguesia contra o marxismo. Resumo da ópera, na versão foucaultiana “Sartre tem uma obra importante a realizar, não só literária, como filosófica e política, para dispor de tempo suficiente para ler meu livro. Por conseguinte, o que ele disse não parece muito pertinente. Além do mais, gostaria de esclarecer que pertenci ao Partido Comunista por alguns meses e naquele tempo Sartre era definido como o último trampolim do imperialismo burguês”.

Ao reparo sartriano de que ele e outros filósofos desprezavam a história, reagiu altaneiro: “Os historiadores jamais fizeram esse reparo à minha obra. Os filósofos, sim, têm uma visão mitológica da história, assim como têm sua própria interpretação da biologia, da matemática. Felizmente, já faz tempo que historiadores contemporâneos, como Marc Bloch e Lucien Febvre, acabaram com o mito da história. Não desprezo a história, eu quero é matar a história que só existe para os filósofos”.

Dois anos depois, bem longe do Brasil, mas no mesmo continente, Foucault foi introduzido ao LSD em Zabriskie Point (Vale da Morte, Califórnia, cenário daquela homônima chatice psicodélica dirigida por Antonioni), que considerou a melhor experiência de sua vida. Bom assunto para outra entrevista, mas, a meu ver, bem menos interessante que suas duas passagens pelo Irã depois da queda do xá Reza Pahlevi, no final daquela década. Viajou como correspondente do jornal italiano Corriere della Sera e cheguei a temer que se convertesse ao islamismo, tal o seu entusiasmo pelo aiatolá Khomeini e a “nova forma de espiritualidade política” prenunciada pela revolução iraniana.

No devido tempo, seu prognóstico foi pro brejo. Nem todos os tamancos do arqueólogo do saber eram metafóricos.

LINK ORIGINAL:

 http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,os-tamancos-do-foucault–,1033072,0.htm

Curtir isso:

Curtir Carregando...

N.I. Street pre-view: Brasil terá ruas e avenidas vazias hoje a partir de 21h, afirmam especialistas

Postado por noticiasimpossiveis em 17 de maio de 2013
Publicado em: ARTE, ATUALIDADE. Marcado: NOVELA III. Deixe um comentário

sp-vazia-g-2512

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Nossas estatísticas anuais: uma ideia simples, um blog gratuito, um “Diretor-Executivo” meio idiota, com colaboradores anjo…

Postado por noticiasimpossiveis em 16 de maio de 2013
Publicado em: ARTE, ATUALIDADE, IDÉIAS NET. 1 comentário

Sem título

Um ano de estatísticas para noticiasimpossiveis.wordpress.com

paises 1

países 2

países 4

Mostramos quase tudo.  Tá bom né?

FONTE:

https://wordpress.com/

Curtir isso:

Curtir Carregando...

“eScience revoluciona a forma como se faz ciência”

Postado por noticiasimpossiveis em 16 de maio de 2013
Publicado em: ATUALIDADE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA, EDUCAÇÃO E CULTURA. Deixe um comentário

foto_dentro17279_3

Novas ferramentas de computação possibilitam fazer ciência de forma melhor, mais rápida e com maior impacto, diz Tony Hey, vice-presidente da Microsoft Research (foto:E.Cesar/FAPESP)

16/05/2013

Por Elton Alisson

Agência FAPESP – Um software de visualização de dados astronômicos pela internet permite que cientistas em diversas partes do mundo acessem milhares de imagens de objetos celestes, coletadas por grandes telescópios espaciais, por observatórios e por instituições internacionais de pesquisa em astronomia.

Por meio desses dados, os usuários podem realizar análises temporais e combinar observações realizadas em vários comprimentos de onda de energia irradiada pelos corpos celestes, como raios X, radiação infravermelha, ultravioleta e gama e ondas de rádio, para elucidar os processos físicos que ocorrem no interior desses objetos e compartilhar suas conclusões.

Denominado World Wide Telescope, o software, que começou a ser desenvolvido em 2002 pela Microsoft Research, em parceria com pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, é um exemplo de como as novas tecnologias da informação e comunicação (TICs) mudaram a forma como os dados científicos passaram a ser gerados, administrados e compartilhados, além da própria maneira como se faz ciência hoje, afirma Tony Hey, vice-presidente da Microsoft Research.

“Os telescópios espaciais, assim como as máquinas de sequenciamento genético e aceleradores de partículas, estão gerando um volume de dados até então nunca visto. Para lidar com esse fenômeno e possibilitar que os cientistas possam manipular e compartilhar esses dados, precisamos de uma série de tecnologias e ferramentas de ciência da computação que possibilitem fazer ciência de forma melhor, mais rápida e com maior impacto. É isso o que chamamos de eScience”, disse Hey durante o Latin American eScience Workshop 2013, realizado nos dias 14 e 15 de maio no Espaço Apas, em São Paulo.

Promovido pela FAPESP e pela Microsoft Research, o evento reuniu pesquisadores e estudantes da Europa, da América do Sul e do Norte, da Ásia e da Oceania para discutir avanços em diversas áreas do conhecimento possibilitados pela melhoria na capacidade de análise de grandes volumes de informações produzidas por projetos de pesquisa.

A cerimônia de abertura do evento foi presidida por Celso Lafer, presidente da FAPESP, e contou com a presença de Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil, e de José Tadeu de Faria, superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Estado de São Paulo, representando o ministro.

Também conhecida como ciência orientada por dados, a área de eScience integra pesquisas em computação a estudos nas mais variadas áreas por meio do desenvolvimento de softwares específicos para visualização e análise de informações.

A integração permite a interpretação dos dados, a formulação de teorias, testes por simulação e o levantamento de novas hipóteses de pesquisa com base em correlações difíceis de serem observadas sem o apoio da tecnologia da informação.

“Algumas tecnologias utilizadas na ciência da computação vão ajudar a resolver problemas científicos. Em contrapartida, a utilização dessas ferramentas para solucionar problemas científicos também possibilitará o próprio desenvolvimento da ciência da computação”, disse Hey, que foi professor da Universidade de Southampton, no Reino Unido.

Segundo Hey, a análise, visualização, prospecção (data mining, na expressão em inglês), preservação e compartilhamento de grandes volumes de dados representam grandes desafios não só na ciência hoje, mas também no setor privado.

Por isso, na opinião dele, é preciso treinar os cientistas para lidar com o big data – como é chamado o conjunto de soluções tecnológicas capaz de lidar com a acumulação contínua de dados pouco estruturados, capturados de diversas fontes e  da ordem de petabytes (quatrilhões de bytes) – tanto para realização de projetos científicos, como também para atuarem, eventualmente, em empresas. “O data scientist [cientista capaz de lidar com grandes volumes de dados] será um requisito imprescindível para o cientista”, disse Hey.

A ciência intensiva em dados não é nova, mas as escalas espaciais e temporais de estudos realizados atualmente sobre temas relacionados às mudanças climáticas globais, por exemplo, são cada vez maiores, exigindo novas ferramentas. Por meio de novas tecnologias da informação, também é possível analisar dados gerados em tempo real, como no monitoramento de hábitats.

De acordo com Hey, desde 1950 se começou a utilizar computadores para explorar, por meio de simulações, áreas da ciência até então inacessíveis. “No início, no entanto, os cientistas não sabiam o que era ciência da computação e os profissionais da computação não entendiam a complexidade dos problemas científicos”, disse.

“Foi necessária a realização de um trabalho conjunto, de longo prazo, para que os dois lados entendessem qual era a contribuição que cada um poderia dar em suas respectivas áreas, e iniciar o desenvolvimento de novos algoritmos, hardware, software e da programação de linguagens para possibilitar a realização de experimentos em diversas áreas”, contou.

Oportunidades em temas ousados

Durante o evento da FAPESP e da Microsoft Research foram apresentados diversos projetos por pesquisadores que utilizam o eScience em diversos países, em áreas como energias renováveis, mudanças climáticas globais, transformações sociais, econômicas e políticas nas metrópoles contemporâneas, caracterização, conservação, recuperação e uso sustentável da biodiversidade, medicina e saúde pública.

Um desses projetos, coordenado pela professora Glaucia Mendes Souza, coordenadora do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), pretende desenvolver um algoritmo para o sequenciamento do genoma da cana-de-açúcar e, com isso, possibilitar o desenvolvimento de variedades da planta com maior quantidade de sacarose e mais resistente a pragas e às mudanças climáticas.

“A colaboração entre a FAPESP e a Microsoft tem aberto para a comunidade científica do Estado de São Paulo inúmeras oportunidades de realizar pesquisas em temas ousados relacionados com o uso de tecnologias da informação em áreas como a de energia e meio ambiente”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, na sessão de abertura do workshop.

“Temos grandes expectativas em relação à eScience. Se soubermos utilizá-la adequadamente, ela poderá trazer grandes avanços não só em pesquisas mas também na própria maneira de se fazer ciência”, disse Brito Cruz.

Ele disse que a FAPESP planeja lançar em breve um programa voltado para apoiar pesquisas na área de eScience.

“Temos a clara convicção de que um papel importante da FAPESP é estar na vanguarda da inovação e do conhecimento, e consideramos muito importante o apoio à pesquisas em eScience, cuja aplicação em áreas como a de meio ambiente é inequívoca, mas que também apresenta um grande potencial de utilização nas Ciências Humanas, por exemplo”, disse Celso Lafer, presidente da FAPESP.

Levy destacou a parceria da Microsoft com a FAPESP e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento realizados pela empresa no país. “A Microsoft tem aumentado seus investimentos na área de pesquisa e desenvolvimento no Brasil nos últimos anos e um dos mais importantes exemplos disso é a parceria bem sucedida que mantemos com a FAPESP”, afirmou.

http://agencia.fapesp.br/17279

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Cientistas usam clonagem para criar célula-tronco humana

Postado por noticiasimpossiveis em 15 de maio de 2013
Publicado em: ATUALIDADE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Deixe um comentário

ohsu

NOVA YORK (Reuters) – Depois de mais de 15 anos de fracassos de cientistas de todo o mundo, além de uma fraude, biólogos finalmente criaram células-tronco humanas com a mesma técnica que produziu a ovelha clonada Dolly, em 1996. Os pesquisadores transplantaram material genético de uma célula adulta em um óvulo, cujo próprio DNA havia sido removido.

Do experimento resultaram células-tronco embrionárias humanas, as células aparentemente mágicas que são capazes de se transformar em qualquer uma dos mais de 200 tipos de células do ser humano.

O procedimento, informou nesta quarta-feira a revista Cell, abre uma nova frente para a medicina com células-tronco, que tem sido prejudicada por desafios técnicos, bem como questões éticas.

Até agora, as fontes mais naturais de células-tronco humanas eram embriões humanos, cuja utilização em pesquisa cria dilemas éticos. A técnica divulgada nesta quarta-feira por cientistas da Oregon Health & Science University e do Oregon National Primate Research Center, usa óvulos humanos não fertilizados.

Eliminar a necessidade de embriões humanos pode aumentar as tentativas de utilização de células-tronco e suas descendentes para substituir células danificadas ou destruídas por problemas cardíacos, Mal de Parkinson, esclerose múltipla, lesões na medula e outras doenças devastadoras.

CLONAGEM

A técnica, no entanto, também poderia ressuscitar os temores da clonagem reprodutiva, ou produzir cópias genéticas de indivíduos vivos (ou mortos). Mesmo antes de o estudo ser publicado, um grupo britânico chamado Human Genetics Alert protestou contra a pesquisa.

“Os cientistas, finalmente, entregaram o bebê que pretensos clonadores humanos têm estado à espera: um método confiável para criar embriões humanos clonados”, disse o dr. David King, diretor do grupo. “Isso torna imperativo que nós criemos uma proibição legal internacional sobre a clonagem humana, antes que mais pesquisas como essa apareçam. É irresponsável ao extremo a publicação desta pesquisa.”

Entre os cientistas, no entanto, o fato de a técnica ter funcionado está sendo saudado como um “tour de force”, como afirmou o biólogo especializado em células-tronco George Daley, do Harvard Stem Cell Institute. “Isso representa uma conquista inigualável. Eles tiveram sucesso onde muitas outras equipes fracassaram, inclusive a minha.”

Veja mais:

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE94E05B20130515

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Navegação de Posts

← Entradas Mais Antigas
  • PESQUISAR

  • Arquivos

    • maio 2013
    • abril 2013
    • março 2013
    • fevereiro 2013
    • janeiro 2013
    • dezembro 2012
    • novembro 2012
    • outubro 2012
    • setembro 2012
    • agosto 2012
    • julho 2012
    • junho 2012
    • maio 2012
    • abril 2012
    • março 2012
    • fevereiro 2012
    • janeiro 2012
    • dezembro 2011
    • novembro 2011
    • outubro 2011
    • setembro 2011
    • agosto 2011
    • julho 2011
    • junho 2011
    • maio 2011
    • abril 2011
    • março 2011
    • fevereiro 2011
    • janeiro 2011
    • dezembro 2010
    • novembro 2010
    • outubro 2010
    • setembro 2010
    • agosto 2010
    • julho 2010
    • junho 2010
    • maio 2010
    • abril 2010
    • março 2010
    • fevereiro 2010
    • janeiro 2010
    • dezembro 2009
    • novembro 2009
    • outubro 2009
    • setembro 2009
    • agosto 2009
    • julho 2009
    • junho 2009
    • maio 2009
    • abril 2009
    • março 2009
    • fevereiro 2009
    • janeiro 2009
    • dezembro 2008
    • novembro 2008
    • outubro 2008
    • setembro 2008
    • agosto 2008
    • julho 2008
Blog no WordPress.com. Tema: Parament por Automattic.
NOTÍCIAS IMPOSSÍVEIS
Blog no WordPress.com. Tema: Parament.
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 100 outros seguidores

Tecnologia WordPress.com
Cancelar
%d bloggers like this: