Sociedade de Estudos Psicanalíticos de Juiz de Fora

Prof. Doutor Gilberto Barbosa Salgado

Psicanalista, pesquisador de mestrados em Ciências Sociais


Juiz de Fora 31 de março de 2010.

Caros Colegas,

É com profunda tristeza que comunico o falecimento do nosso colega e amigo Gilberto Barbosa Salgado.

Numa hora dessas o que podemos dizer? Poderia falar do Membro Fundador da Sociedade, do professor brilhante ou do psicanalista. Prefiro falar do amigo e das marcas que ficaram de todos esses anos de convívio. Falar do passado é recordar as conversas em torno de Freud, Foucault e Habermas; é lembrar da política e de suas análises e argumentos sempre precisos e articulados; é lembrar de nunca chegarmos a um ponto comum em relação ao seu Flamengo e ao Botafogo; é lembrar das intermináveis reuniões para fundar a SEP-JF; mas, é também, lembrar dos lanches no McDonald’s quando as “crianças” eram pequenas, dos “sufocos” financeiros, da compra dos nossos primeiros carros “zero”, das cervejas e dos almoços de domingo.

Poderia dizer que a sua perda está nos mostrando o que os psicanalistas devem ou deveriam conhecer muito de perto: o sofrimento, a fragilidade, a revolta, os vínculos que se rompem, a aceitação, a dor, a perda, a falta de garantias, o convívio com o absurdo da morte, as limitações e o recomeçar.

Conviver com o Gilberto foi uma experiência que pode ser definida parafraseando o título de seu livro, ou seja, um percurso de “Fantasia e Fabulação”.

Tchau Gil!

Heitor Lobo de Mendonça

Pelo Conselho Deliberativo da Sociedade de Estudos Psicanalíticos de Juiz de Fora.

DIZER O QUE? SENÃO TENTAR HOMENAGEÁ-LO.

PARABÉNS POR SUA VIDA EXEMPLAR./N.I.



NOTÍCIA FRESQUINHA: Rick Martin saiu do armário

Rick: ” Desde o grupo Canudos eu já era meio empenadinho”

No te reprimas, no te reprimas, no te reprimas.
Canta, baila, sube, baja, sueña, ríe, salta como yo.

Canta, baila sin parar
Sube, baja con libertad.
Sueña, ríe como yo.
Salta, grita oh, oh.


DA EDITORIA GAY NI/SA

http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/

ricky-martin-escreve-memorias-sai-armario-544404.shtml