Modelo israelense Bar Refaeli é considerada a mulher mais bonita do mundo

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Aos 26 anos, ela foi considerada a mais bonita do mundo pela revista “Maxim”. Também aparecem no “top 10″, na ordem: Olivia Munn, Mila Kunis, Katy Perry, Olivia Wilde, Jennifer Lawrence, Emma Stone, Megan Fox, Malin Akerman e Adrianna Palicki. O Brasil está representado por Adriana Lima (na posição 46) e Jordana Brewster (52). A ausência mais sentida foi a da top Gisele Bündchen, que sempre aparece em listas similares. Recentemente, a H.Stern convidou Bar Refaeli para protagonizar a nova campanha de sua “MyCollection”, coleção da marca de joias voltada ao público jovem. A “top” israelelense fotografou em Nova York usando peças leves e discretas – entre elas, cordões e pulseiras com berloques de ouro, anéis e brincos de ouro e diamantes.

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Inacreditável: correspondente de nossa Holding recebe telefonema do SUS

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O telefone toca e a dona da casa atende:
       -Alô!
 -Sra. Silva, por favor.
 -É ela.
 -Aqui é Dr. Arruda do Laboratório. Ontem, quando o médico enviou a biopsia
 do seu marido para o laboratório, uma biopsia de um outro Sr. Silva chegou
 também e agora não sabemos qual é do seu marido e infelizmente, os
 resultados são ambos ruins…

 -O que o senhor quer dizer?
 -Um dos exames deu positivo para Alzheimer e o outro deu positivo para
   AIDS. Nós não sabemos qual é o do seu marido.
 -Nossa! Vocês não podem repetir os exames?
 -O SUS somente paga esses exames caros uma única vez por paciente.

 -Bem, o Senhor me aconselha a fazer o que?

 -O SUS aconselha que a senhora leve seu marido para algum lugar bem longe
 da sua casa e o deixe por lá. Se ele conseguir achar o caminho de…

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JOEL BIRMAN – Cadernos sobre o mal – Revista Cult ed.141

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A excepcionalidade do mal

Em Cadernos sobre o Mal, Joel Birman age como historiador de pequenas causas, fazendo a anatomia de um novo tipo de mal na sociedade brasileira

Christian Ingo Lenz Dunker

Há uma zona nebulosa do tempo entre o que ainda não se escreveu como história e o que não é mais parte do presente imediato. Essa nebulosa é a matéria dos ensaios de Joel Birman sobre a experiência da brasilidade entre 2000 e 2007. Lendo-os em retrospectiva, percebe-se como o passado recentíssimo pode ser estranho e surpreendente. Seja por exigência de ofício, por disposição de método ou por escolha ética, o que o conjunto dos ensaios revela é a invenção, no Brasil da cultura pós-inflacionária, de um novo tipo de economia da violência. Por dever de ofício, Birman, um psicanalista no horizonte da subjetividade de sua época, recupera tanto a teoria da agressividade em psicanálise, depurando-a de seu moralismo…

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